Em 2018 o marketing brasileiro era uma promessa. Em 2026 virou uma franquia.
Hoje você consegue contratar uma agência por R$ 1.997 por mês. Tem squad de IA prometendo resultado em 14 dias. Tem freelancer americano com método de R$ 50 mil. Tem consultoria global cobrando R$ 200 mil por slide.
Tem de tudo. Menos o que importa: alguém com a sua pele em jogo sentado do seu lado quando o CAC subir na quarta-feira.
A gente não é nada disso.
Não somos a agência grande. Somos boutique de propósito — máximo 30 contas, sócio na sua conta, time sênior dedicado, decisão em horas e não em comitê.
Não somos squad de IA. Usamos IA como ferramenta, não como funcionário. Quem decide é gente que já errou bastante para acertar com você.
Não somos freelancer. Somos infraestrutura inteira — estratégia, criação, performance e dados operando em sintonia.
Não somos consultoria. A gente também opera. PowerPoint sem botão é entretenimento.
Por que anti-fast food?
Porque fast food é honesto sobre o que entrega: barato, rápido, igual em qualquer lugar. O problema é quando alguém te vende fine dining no preço de fast food — e você só descobre quando o relatório do trimestre chega.
A gente faz a conta de outro jeito.
Ingrediente bom custa o que custa. Chef sênior custa o que custa. Cozinha aberta custa tempo. Mesa de 30 lugares custa volume.
A gente paga esses custos. E cobra o que precisa cobrar para continuar pagando.
O que isso significa na prática.
Quem você conhece na primeira reunião é quem vai operar sua conta — sempre.
Você acessa o dashboard ao vivo. Não recebe PDF mensal de slide bonito.
A gente recusa cliente quando a mesa está cheia. Sim, recusa.
A gente recusa cliente quando o briefing é “mais um trimestre igual”. Aí você precisa de fast food, não de cozinha autoral.
O Método R.U.N. não é decoração. É a ordem em que a gente pensa antes de gastar seu real: Resultado, Urgência, Negócio.
A linha de chegada.
Marketing amplifica decisão. Boa decisão gera crescimento. Decisão confusa gera desperdício.
Nosso trabalho é fazer com que cada real investido tenha direção clara e retorno mensurável.
Se isso ressoa, a gente provavelmente cabe na mesma mesa.
Se não ressoa, agradece e segue. Sem vendedor te ligando depois.
— sócios RUNNINGDIGITAL
Março de 2018. Em movimento desde então.
Quem assina a cozinha
Sócio perto não é promessa. É desenho de operação.
A RUNNINGDIGITAL cresce com limite porque a liderança continua dentro da operação. Não para aparecer na reunião de venda, mas para proteger estratégia, execução e cultura quando o negócio começa a acelerar.

Sócio-CEO e Diretor de Operações de Marketing
Josafá Rohde
Josafá é quem mantém a cozinha perto do número e longe da vaidade. Especialista em tráfego pago e growth marketing, soma mais de 8 anos de operação no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Sob sua liderança, a RUNNINGDIGITAL já atendeu mais de 700 marcas sem transformar atendimento em linha de montagem: estratégia, mídia e decisão seguem na mesma mesa.

Sócia-diretora de Novos Negócios e Pessoas
Larissa Anselmo
Larissa cuida da expansão sem deixar a casa perder o critério. Lidera as frentes comercial e de pessoas com foco em crescer a carteira certa, desenvolver um time sênior e sustentar uma operação que não depende de volume para parecer grande. É ela quem protege a mesa: entra quem faz sentido, fica quem faz crescer.
